segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013


Texto de Regina Brett, 90 anos de idade

A vida não é justa, mas ainda é boa.
Quando estiver em dúvida, dê somente o próximo passo, pequeno .
Seu trabalho não cuidará de você quando você ficar doente. Seus amigos e familiares cuidarão. Permaneça em contato.
Pague o total de seus cartões de crédito, nunca o mínimo.
Você não tem que ganhar todas as vezes. Concorde em discordar.
Chore com alguém. Cura melhor do que chorar sozinho.
É bom ficar bravo com Deus, Ele pode suportar isso.
Economize para a aposentadoria começando com seu primeiro salário.
Quanto a chocolate, é inútil resistir.
Faça as pazes com seu passado, assim ele não atrapalha o presente.
Não compare sua vida com a dos outros. Você não tem idéia do que é a jornada deles.
Respire fundo. Isso acalma a mente.
Livre-se de qualquer coisa que não seja útil, bonito ou alegre..
Qualquer coisa que não o matar o tornará realmente mais forte.
Quando se trata do que você ama na vida, não aceite um não como resposta.
Use os lençóis bonitos, use roupa chic. Não guarde isto para uma ocasião especial. Hoje é especial.
O órgão sexual mais importante é o cérebro.
Ninguém mais é responsável pela sua felicidade, somente você.

Enquadre todos os assim chamados “desastres” com estas palavras ‘Em cinco anos, isto importará?’
Sempre escolha a vida.
O que outras pessoas pensam de você não é da sua conta.
O tempo cura quase tudo. Dê tempo ao tempo.
Não importa quão boa ou ruim é uma situação, ela mudará.
Não se leve muito a sério. Ninguém faz isso.
Acredite em milagres.
Não faça auditoria na vida. Destaque-se e aproveite-a ao máximo agora.
Envelhecer ganha da alternativa — morrer jovem.
Suas crianças têm apenas uma infância.
Tudo que verdadeiramente importa no final é que você amou.
Saia de casa todos os dias. Os milagres estão esperando em todos os lugares.
Se todos nós colocássemos nossos problemas em uma pilha e víssemos todos os dos outros como eles são, nós pegaríamos nossos mesmos problemas de volta.Acredite, o melhor ainda está por vir.
A inveja é uma perda de tempo. Você já tem tudo o que precisa.
Acredite, o melhor ainda está por vir.
Não importa como você se sente, levante-se, vista-se bem e apareça.
Produza!
A vida não está amarrada com um laço, mas ainda é um presente.

Bjos tenham uma ótima semana


 Uma excelente oportunidade! Professores modernos
Bom dia, amigos modernos.
As aulas estão de volta e cada vez mais é preciso inovar nas ferramentas utilizadas dentro da sala de aula. Sabendo disso, a Editora Moderna preparou um incentivo a mais para os seus seguidores começarem o ano letivo com tudo: o concurso cultural MINHA AULA + MODERNA.
COMO PARTICIPAR?
Para participar é fácil.
Basta acessar o hot site do concurso – www.moderna.com.br/concursocultural – e responder a pergunta “Como a tecnologia pode transformar suas aulas?”. As respostas devem ser enviadas até às 23h59 do dia 23 de junho de 2013.
E nós reservamos mais uma surpresa aos participantes.
Uma escola indicada por você também receberá um superpresente da Editora Moderna. Pode ser a escola onde você dá aula, o local onde seu filho estuda, ou uma escola da sua comunidade. Por isso, não se esqueça de realizar o cadastro completo no site e cheque o email cadastrado para confirmação de participação. Para deixar essa disputa mais emocionante, cada participante poderá enviar apenas uma (1) resposta.


O resultado será divulgado no dia 20/8/13, após as 12h no post do concurso no Blog Redes Moderna (www.redes.moderna.com.br), no Twitter @editora_moderna (www.twitter.com/editora_moderna), e na Fan Page da Editora Moderna no Facebook (www.facebook.com/editoramoderna). O regulamento completo do concurso está disponível no hot site.
PREMIAÇÃO
As cinco respostas mais criativas serão premiadas com grandes prêmios:
1° Lugar – Notebook + iPhone + cesta de livros + Sala de Aula Móvel Digital HP (para a escola)
2° Lugar – Notebook + cesta de livros
3° Lugar – Notebook + cesta de livros
4° Lugar – Notebook + cesta de livros
5° Lugar – Notebook + cesta de livros
Capriche na sua resposta e compartilhe conosco ideias e práticas para a educação do futuro.
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Vamos participar! Uma ótima oportunidade!


Foto

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013


O novo olhar do educador
Gisela  Farias de Figueiredo
giselafigueiredo2010@gmail.com



               O olhar que nós educadores pretendemos é interagir nossos trabalhos pedagógicos ao cotidiano escolar em busca de práticas educativas significativas para o educando.
               Reflexão da prática educativa, pois trocando conhecimentos com os colegas, acompanhando o PPP, que deve ser elaborado e revisado anualmente por todos da comunidade escolar trará grandes benefícios para todos.
                  Pois uns dos objetivos serão as diretrizes e as ações do processo educativo da escola para uma escola de qualidade e almejada por todos. 
                   E uma das funções da escola  é formar alunos crítico e reflexivo, contudo o professor precisa selecionar metodologias e conteúdos que favoreçam essa formação.

                   
                   Em vista disso, a escola como contexto de construção e apropriação de conhecimentos deve compreender que, professor e aluno, participam desse processo essencialmente pela interação e a mediação entre si. Contudo, a escola reflexiva vai além, no momento em que vê a escola como uma organização que continuadamente pensa em si própria, “na sua missão social e na sua organização, e se confronta com o desenrolar da sua atividade em um processo heurístico simultaneamente avaliativo e formativo”, pois “só a escola que se interroga sobre si própria se transformará em uma instituição autônoma e responsável, autonomizante e educadora” (ALARCÃO, 2001, p.25).
  


quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013


A inclusão
A educação inclusiva é atualmente um dos maiores desafios do sistema educacional. Criados na década de 70, os pressupostos da educação inclusiva fundamentam vários programas e projetos da educação.
A educação especial surgiu como um sistema de educação para crianças portadoras de necessidades especiais, separado da rede de ensino regular, baseada na presunção que crianças portadoras, têm necessidades que não poderiam ser atendidas em escolas regulares. A educação especial existe em todo o mundo, através de escolas comuns, internatos ou pequenas unidades de ensino junto às escolas regulares.
Os centros de educação especial são normalmente organizados conforme a categoria da deficiência, como escolas para crianças com deficiências visuais e auditivas, para crianças com dificuldades de aprendizado, problemas físicos e comportamentais e com problemas múltiplos.  A educação separada para crianças portadoras de necessidades especiais ocasionou a separação da cultura e identidade de portadores de necessidades especiais e também o isolamento destas pessoas de seus lares e comunidades.
Professores especializados também são divididos em categorias. Eles possuem formação ou experiência adicional em Braille, Linguagem de Surdo-Mudo, etc., há também separação em Universidades, Órgãos Governamentais e Associações de Pais e Portadores de Necessidades Especiais.
A inclusão é uma proposta, um ideal. Se quisermos que nossa sociedade seja acessível, que dela todas as pessoas com deficiência possam participar em igualdade de oportunidades, é preciso fazer desse ideal uma realidade a cada dia. A ação de cada um de nós, das instituições e dos órgãos, deve ser pensada e executada no sentido de divulgar os direitos, a legislação e implementar ações que garantam o acesso de todos.
Sabemos que mudar o contexto atual de uma hora para outra é impossível. Desejar uma sociedade acessível e se empenhar pela sua construção não podem significar o impedimento de acesso das pessoas com deficiência aos serviços atualmente oferecidos. Pelo contrário, enquanto temos nossos pés na realidade, mantemos nosso olhar no ideal. Queremos, o quanto antes, inclusão e igualdade de oportunidades para todos.
Este trabalho enfatiza o processo de “Democratização da educação inclusiva como um caminho a ser trilhado”, suas questões avanços, rumos e os processos que o englobam e assim, levar os educadores e os governantes a uma profunda reflexão de sua conjuntura e da missão que deverão tomar para que essa realidade de exclusão social seja minimizada.
Com isso, é de interesse coletivo e organizacional que se viabilize com urgência no contexto do ensino escolar a esta gama de alunos excluídos por fatores raciais, religiosos, econômicos, sensoriais, físicos ou mesmo inabilidades orgânicas adquiridas no período gestacional, o processo de inclusão é reconhecimento de uma prática de incentivo e encorajamento aos portadores de necessidades especiais.
 “Criando este nível de sistema escolar voltado para as necessidades especiais em todos os focos das instituições, fundamentadas nos pressupostos teórico-metodológicos aplicáveis ao estudo de caso, procurando assim, enfatizar que mesmo com a diversidade, é possível ter mecanismos de altos valores e ter níveis de qualidade e desenvolvimento no processo histórico da educação geral e especial” (BARBOSA, 2006, p.14,15)

Portanto, atitudes que discriminam portadores de necessidades especiais continuam a existir na sociedade em virtude da falta de conscientização, informação e da pouca (ou falta de) convivência com pessoas portadoras de necessidades especiais.
Romper essas barreiras adicionais é uma tarefa difícil, mas a experiência mostra que, dentro do contexto certo, crianças conseguem ser mais receptivas às diferenças que adultos. As crianças serão futuramente, pais, professores, advogados e políticos. Se elas freqüentarem escolas com crianças portadoras de necessidades especiais, elas aprenderão a não disciplinar, isto é, uma lição para toda a vida.